26 de fevereiro de 2012

Looks: Oscar 2012

O Oscar ainda está rolando por aqui, mas as celebridades já passaram pelo red carpet e tiraram fotos com seus looks. Acho que esse ano as atrizes acertaram em cheio nas escolhas. Escolhi as minhas preferidas para postar aqui!


Milla Jovovitc com um vestido Elie Saab e a querida Sandra Bullock com um Marchesa belíssimo.




J.Lo, a cara da riqueza com um Zuhair Murad lindíssimo e Meryl Streep diva demais com esse Lanvin.


Um dos modelos mais bonitos da noite. Angelina Jolie com um Versace escândalo! 


Gwyneth Paltrow foi eleita por mim a mais chique com esse vestido Tom Ford. Simples e absurdamente bonito.









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26 de fevereiro de 2012

Looks: Oscar 2012

O Oscar ainda está rolando por aqui, mas as celebridades já passaram pelo red carpet e tiraram fotos...
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22 de fevereiro de 2012

Sem final feliz

Quem conhece meu blog, sabe que volta e meia eu posto alguma coisa relaciona às princesas Disney. O de hoje também é sobre isso, mas fala sobre como seriam os finais dos contos de fada na vida real. O trabalho, que não é recente, foi criação da fotógrafa norte-americana Dina Goldstein. A releitura recebeu o nome de Fallen Pririncess. Apesar de ser meio "chocante", gostei bastante da ideia. E vocês, o que acharam?











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22 de fevereiro de 2012

Sem final feliz

Quem conhece meu blog, sabe que volta e meia eu posto alguma coisa relaciona às princesas Disney. O ...
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17 de fevereiro de 2012

Resenha: Borralheiro - Fabrício Carpinejar


Para quem ainda não conhece, Fabrício Carpinejar é um escritor gaúcho, filho de nada mais nada menos do que Carlos Nejar, um dos membros da Academia Brasileira de Letras. Embora tenhamos conhecimento de muitos filhos sem talento que pegam carona no sucesso dos pais, Fabrício Carpinejar não é desses. Dono de um talento inegável, o seu nome vem ganhando um espaço cada vez maior na literatura nacional contemporânea.

Confesso que só ouvi falar a primeira vez em Carpinejar ao assistir a uma entrevista dele no Jô Soares. O visual nada ortodoxo me chamou atenção, mas as frases pontiagudas que ele disparava na entrevista fez com que eu me interessasse pelo seu trabalho. Descobri seu blog e logo depois comprei o seu último livro lançado "Borralheiro".

"Borralheiro - Minha viagem pela casa" é um livro de crônicas e se a contagem não falhou, são 90 crônicas que o compõe. O livro trata sobre o homem do lar, que não tem vergonha da sua sensibilidade e que possui até uma certa submissão em relação a mulher que ama. Todas as crônicas abordam a temática preferida do escritor: O amor.

Carpinejar sabe escrever sobre o amor como poucos, seu relato é sincero, sua escrita parece mesmo um desabafo em meio a tinta e o papel. Desafio alguém a ler uma das crônicas e não se identificar com nenhuma delas. Sua escrita é visceral, sua prosa tem matizes de poesia. 

Já li o livro inteiro duas vezes, mas ele fica na minha cabeceira, pois volta e meia dou uma espiadinha em uma página ou outra, releio meus grifos, me delicio com as frases de efeito, me encanto com as conjunções tão bem elaboradas.

Segue abaixo uma das minha crônicas favoritas, espero que também gostem.

MUITAS CHANCES NUMA ÚNICA CHANCE
Não pensem que todos querem um amor grande. Reclamam, mas não querem.
Há gente que diminui o amor de propósito para não sofrer com ele. Elabora uma versão para provar que ele não existiu. Deixamos o amor escapar, sumir, desaparecer para não se atrapalhar. Há gente que até se convence de que aquele amor grande não era devidamente grande.
Há gente que pede um amor pequeno, doméstico, que não desestruture seus hábitos. Um amor anão de jardim, um amor de balcão, de pé, rápido. Um amor minúsculo, sem acento, que não rivalize o amor-próprio. Que esteja próximo, mas não fale alto, que esteja perto, mas não influencie, que seja chamado quando se tem vontade e seja desfeito quando não serve mais.
O amor grande não traz uma felicidade constante - é a principal cilada -, traz uma felicidade irregular, intensa, atávica, que voa muito mais alto do que o conforto. Na estabilidade, é fácil sair da felicidade e da tristeza. No amor, descobrimos o quando podemos ser felizes, e incomoda ter que buscar mais felicidade. Descobrimos o quanto também podemos ser tristes, e incomoda que não sairemos da tristeza sem que o amor volte.
Um amor miúdo vai ao psiquiatra de manhã e termina a relação de noite. O amor grande termina com psiquiatra de manhã e se reconcilia à noite.
Porque o amor grande é uma insanidade lúcia, nem os melhores amigos entendem, é detratar e se retratar com mais frequência do que se gostaria. Amor é o excesso de responsabilidade, de encargo, confiado a quem nos acompanha. Oferecemos o que não conseguimos alcançar.
Sempre seremos menores do que ele, já que é o único que cresce na extinção. Minha mãe costuma dizer que casamos quando encontramos uma solidão maior do que a nossa - só assim saímos da própria solidão.
Há gente sim, que muda de amor para não mudar de opinião, que muda de homem para não mudar sua rotina, que manda onde não vigora poder e dominação. Que culpa o amor por não dar conta dele, que ama já pedindo desculpa por não amar.
O amor grande não é um grande amor.
Há gente que desperdiça a chance do amor grande porque há apenas uma chance para amar grande. Muitas chances dentro de uma chance. O resto são disfarces, suturas, apoios.
Amor grande seria insuportável duas vezes nesta vida. Ou a gente se apequena para receber esse amor ou permanece se engrandecendo para não aceitá-lo.
( Capinejar, Fabrício. Borralheiro, Bertrand Brasil, P. 177 e 178)


Foto ilustrativa que eu tirei do livro e do meu colar com pingentinho da Torre Eiffel.

F


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17 de fevereiro de 2012

Resenha: Borralheiro - Fabrício Carpinejar

Para quem ainda não conhece, Fabrício Carpinejar é um escritor gaúcho, filho de nada mais nada men...
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11 de fevereiro de 2012

Overdose de Rolling In The Deep

Sei que muita gente já está cansada dessa música, mas achei esse vídeo tão interessante que resolvi postar. O vídeo é uma compilação com 71 covers cantando Rolling In the Deep, da fenomenal Adele. Apesar de vozes e timbres tão diferentes, o som ficou uníssono, de uma beleza impressionante. Vale realmente a pena ver!




Calhou de eu colocar esse vídeo um pouco antes da Adele vencer seis categorias no Grammy. A cantora inglesa ganhou na categoria melhor álbum com seu "21", como melhor canção e melhor letra com "Rolling in the Deep", além de ter faturado a melhor atuação solo com "Someone Like You", melhor álbum vocal pop e melhor vídeo musical de curta duração. Achei muitíssimo merecido, ela realmente é uma das maiores vozes da contemporaneidade. Isso é inegável!

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11 de fevereiro de 2012

Overdose de Rolling In The Deep

Sei que muita gente já está cansada dessa música, mas achei esse vídeo tão interessante que resolvi ...
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6 de fevereiro de 2012

Vício em tirinhas Parte I

Apesar de ter lido algumas revistas em quadrinho e alguns mangás, nunca fui muito de abrir o jornal atrás das tirinhas. No entanto, ultimamente, adquiri um saudável vício em ler tirinhas de blogs e sites. O que mais me encanta nelas é o humor pontual e rápido e o fato de quena sua maioria , trazem algum ponto de vista interessante. A internet trouxe um "boom" de blogs de tirinhas dos mais diversos assuntos e com os mais diversificados traços, mas o talento de alguns ilustradores é realmente notável. Trago hoje pra vocês algumas das tirinhas que ando lendo bastante pela blogosfera. Começo com o blog "como eu realmente".

Como eu realmente

Como eu realmente é um blog de tirinhas voltadas para o universo feminino. A personagem principal é a Niazinha, uma menina que possui a imaginação fértil e que sempre idealiza as coisas de jeitos totalmente diferentes do que realmente são (o que dá nome ao blog). Mas o "casting" conta também com a Maria Modinha, o Sr. Garras e o Silvio sem Senso Social.  A ilustradora é a Fernanda Nia, uma publicitária carioca de muito talento, que faz suas modernas tirinhas em Flash.






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6 de fevereiro de 2012

Vício em tirinhas Parte I

Apesar de ter lido algumas revistas em quadrinho e alguns mangás, nunca fui muito de abrir o jornal ...
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4 de fevereiro de 2012

Fotos Remasterizadas

Adoro fotografias, acho que é um dos melhores registros históricos que temos! Antigamente, acreditava-se que a fotografia tinha o poder de prender a alma do fotografado dentro dela. Hoje em dia, algumas tribos ainda acreditam nessa teoria. No entanto, creio que - de uma forma figurativa-  isso realmente é verdade! Quando tiramos uma fotografia, inumamos no papel (ou hoje em dia no arquivo digital) a essência daquilo que foi vivido.

Nesse sentido, a artista sueca Sanna Dullaway's "remasterizou" algumas fotos antigas. A tecnologia possibilitou a colorização de fotografias em preto e branco, nos mostrando detalhes que na versão monocromática não era possível de se ver. 









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4 de fevereiro de 2012

Fotos Remasterizadas

Adoro fotografias, acho que é um dos melhores registros históricos que temos! Antigamente, acreditav...
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1 de fevereiro de 2012

Primeiras Impressões: ¡Rob!


Estou super sumida do blog, na verdade não ando tendo muito tempo para postar ou pensar em coisas legais para colocar aqui. Não consegui ainda assistir a todos os pilotos dessa nova safra de seriados, mas andei assistindo a alguns. Um dos que eu mais gostei foi Rob, o sitcom que tem Rob Scheineider no papel principal. 

Sinopse: Rob é uma comédia estrelada por Rob Schneider. A série centrará em Rob, um bem sucedido arquiteto paisagista, e solteirão convicto, que acaba por conhecer e se casar com a mulher de sua vida: Maggie, uma bela e inteligente tradutora de livros, uma mulher muito acima do seu porte. Porém a família nada tradicional da mulher não aceita o casamento e Rob têm uma difícil missão ao tentar conquistar todos os membros dessa conturbada família americana-mexicana.
Elenco: Rob Schneider (Big Stan), Claudia Bassols (The Eagle Path), Cheech Marin (Off the Map), Diana Maria Riva (The Good Guys), Eugenio Derbez (Jack and Jill) e Lupe Ontiveros (Los Americans).




Confesso que o piloto superou as minhas expectativas. Apesar de gostar bastante do Rob Scheineider como comediante, estava meio indiferente à sinopse da série. Mas os vinte minutos dedicados ao primeiro episódio me rendeu boas gargalhadas. O ponto alto da série é, sem dúvida, a família de Maggie. Rob terá que enfrentar uma sogra mandona, um sogro viciado em jogo e um tio com uma índole bastante duvidosa. No mais, achei que o roteiro tem um humor bastante pontual, com piadas feitas na hora certa e sem nenhum exagero. Vou continuar assistindo e ver como vai ficar.

E vocês, assistiram a alguma nova série?

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1 de fevereiro de 2012

Primeiras Impressões: ¡Rob!

Estou super sumida do blog, na verdade não ando tendo muito tempo para postar ou pensar em coisas l...
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